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5G + Portais = Grau de conectividade jamais visto antes!

O 5G surgiu em abril de 2008, porém ele puro (sem interferências de outras frequências) teve sua estreia no Brasil, na cidade de Brasília, no dia 06 de julho de 2022. A quinta geração de internet móvel é a evolução do 4G e promete diversos avançados, não somente de velocidade.

O 5G vem com o objetivo de ampliar a rede de conexões para carros, eletrodomésticos, telemedicina, educação, entre muitos outros setores, agregando muito valor na evolução dos negócios. Se a tecnologia 5G se caracteriza por algo, é por facilitar a transformação digital de qualquer empresa!

Além disso, a capacidade de conectar aparelhos pode abranger até 1 milhão por quilometro quadrado, evitando o congestionamento de conexões.

A União Internacional de Telecomunicações (UIT) argumenta que o 5G pode ajudar as pessoas a aproveitarem os benefícios de uma “economia digital avançada e intensiva em dados”, contribuindo na implantação das “cidades inteligentes” e permitindo um incremento na experiência online pelas novas tecnologias que virão.

De acordo com a GSMA, a Associação Mundial das Empresas que atuam no Segmento Móvel, a expectativa é que até 2025 haja 1,2 bilhão de conexões 5G no mundo.

5G nas empresas

Além dos benefícios para a sociedade, a 5G trará benefícios para as empresas, como por exemplo:

  • Maior segurança de rede (você receberá avisos de qualquer ameaça em tempo real).
  • Maior largura de banda (mais rapidez em enviar e receber informações).
  • Favorecimento na automação dos processos.
  • Conversão mais assertiva (menos lentidão na resposta do site).

O prazo até todas as capitais brasileiras receberem o 5G é 29 de setembro de 2022.

Você não precisa de velocidade 5G para estar super automatizado!

No setor da tecnologia, a velocidade 5G vem para agregar e trazer ainda mais conectividade e velocidade para as soluções mobile, como é o caso dos Portais CIGAM. A boa notícia é que você não precisa esperar a velocidade 5G chegar na sua cidade para estar super automatizado. 

Os portais da CIGAM já permitem que você faça a gestão de sua empresa em qualquer hora e de qualquer lugar. São 10 tipos de portais que integram fornecedores, representantes, clientes e colaboradores auxiliando na tomada de decisão, e facilitando a correria do dia a dia.

É a nossa forma de trazer a transformação digital para o seu negócio, impulsionando o seu sucesso e da sua empresa!

 

Fonte: CIGAM

Link: https://www.cigam.com.br/blog/367/5g-portais-grau-de-conectividade-jamais-visto-antes

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Gestão

7 erros comuns na emissão de nota fiscal. Quais são? Como evitá-los?

7 erros comuns na emissão de nota fiscal. Quais são? Como evitá-los?

 

A emissão da nota fiscal eletrônica (NFe), requer conhecimento da legislação contábil, fiscal e tributária, assim como atenção aos detalhes no preenchimento do documento. Por isso é comum cometer erros na hora de emitir a Nota Fiscal.

Veja aqui o passo a passo para a correta emissão de uma nota fiscal eletrônica.

E, para te ajudar ainda mais nessa tarefa, listamos aqui os 7 principais erros que ocorrem na emissão de uma nota fiscal, suas consequências e como eles podem ser evitados. Confira!

1 – Errar a Natureza da Operação

É o campo em que você descreve a natureza da operação, que pode estar relacionada a transações envolvendo uma mercadoria ou prestação de serviço.

Os erros geralmente acontecem quando a nota se refere a uma operação que não faz parte da rotina do negócio. Exemplo disso é um estabelecimento comercial que está habituado a emitir notas de venda direta ao consumidor, mas, eventualmente, faz notas de devolução de mercadoria e de transferência entre filiais.

Neste caso, é fundamental prestar atenção a cada operação e jamais deixar os processos no piloto automático, gerando notas idênticas para todas as situações. Lembre-se: só é permitido assinalar uma natureza da operação para cada NFe!

O erro neste campo pode ser punido até mesmo com um auto de infração. A fiscalização pode presumir que houve a intenção deliberada do empreendedor de lesar o fisco sonegando impostos.

2 – Errar o CFOP (Código Fiscal de Operações e Prestações)

Composto por 4 dígitos, este campo serve para identificar o tipo de operação, se é de entrada ou de saída, e tem vinculação direta com a natureza da operação. Sua finalidade é definir qual a operação ou prestação será efetivamente realizada. O CFOP traz informações complementares à natureza da operação, com vinculação de um código específico.

Existe um código exato e correto de CFOP para cada operação. Para encontrá-lo, acesse o site da Sefaz do Estado em que sua empresa está estabelecida ou possui filiais. Se tiver dúvidas, é recomendável consultar seu contador ou contratar um serviço de consultoria em legislação, como a IOB Consultoria.

Neste link, saiba mais sobre os motivos que podem levar à rejeição de uma nota fiscal. E clique aqui para saber mais sobre o CFOP.

3 – Errar o CST (Código de Situação Tributária da mercadoria)

O CST é uma sequência numérica que determina a tributação aplicada a cada produto A numeração informa a origem da mercadoria, se é nacional ou importada, e as regras de recolhimento de ICMS aplicada.

O código CST está diretamente relacionado e deve ser coerente com o CFOP.

O preenchimento correto do CST é fundamental para o recolhimento da alíquota certa do ICMS e para evitar que o empreendedor cometa algum erro fiscal.

Os CST hoje são diferentes para o regime normal, comparado ao Simples Nacional. O CST para as empresas do regime normal estão previstos no Convênio Sem Número (SN) de 15 de dezembro de 1970, já para as empresas do Simples Nacional, no Ajuste 03/2010.

É importante destacar que, a partir de 3 de abril de 2023, estes códigos serão consolidados para ambos os regimes e estarão todos disponíveis no Convênio SN com suas atualizações.

Também aqui vale consultar seu contador ou um especialista da IOB Consultoria. Cometer um erro pode custar muito caro ou até comprometer seu negócio.

4 – Errar na Composição de Cálculo do ICMS

O valor do ICMS sobre a nota fiscal de um produto deve levar em conta também custos com o frete, seguro e despesas acessórias, entre outros, em sua base de cálculo, não apenas o custo segregado do produto.

Lembre-se: a tributação é aplicada a toda a operação envolvida na compra do cliente e entrega do produto. Caso contrário, você está cometendo crime de sonegação fiscal.

Clique aqui e saiba tudo sobre tributos e alíquotas nas notas fiscais.

5 – Errar no preenchimento dos Campos que estão fora do Danfe

Importante destacar: para a emissão correta de uma nota fiscal não basta acertar no preenchimento de todos os campos do Danfe (Documento Auxiliar de Nota Fiscal Eletrônica). É preciso ter total acuidade também no preenchimento do arquivo XML que é a base da nota fiscal eletrônica.

O arquivo XML possui, por exemplo, um campo exclusivo que informa se a mercadoria é entregue ao cliente no ponto de venda ou em algum outro endereço.

Possui também um campo para quando a nota emitida faz referência a uma nota anterior. Isso ocorre, por exemplo, com uma nota de devolução de mercadoria, que deve fazer referência em campo específico à nota de compra do produto.

Erros no preenchimento do XML podem levar à rejeição da nota.

6 – Esbarrar na Denegação, quando o cliente tem problemas de cadastro

Outro erro frequente, e pouco divulgado, é quando ocorre a denegação da nota porque o cliente pessoa jurídica tem algum problema cadastral que bloqueia sua inscrição estadual.

Esse é um erro que não ocorre na emissão da nota em si, mas quando o departamento comercial ou o próprio empreendedor fecha negócio com outra empresa e não checa a situação cadastral do cliente.

Para se evitar que uma nota seja denegada, nunca esqueça de checar o CCC (Cadastro Centralizado de Contribuinte) de seu cliente PJ, clicando aqui. Atenção: não vale consultar o cadastro do Sintegra, pois o sistema da NF-e reconhece apenas o CCC na pesquisa cadastral.

Mas se você acha que perdeu a venda, fique tranquilo. Ainda tem um jeito! Entre em contato com seu cliente, informe o problema e peça que ele regularize a situação junto à Sefaz de seu Estado para dar prosseguimento ao negócio.

7 – Não possuir um emissor digital de notas fiscais

Por fim, muitos empreendedores também erram quando não possuem um sistema emissor de notas fiscais e dependem de sistemas gratuitos, que sofrem constantes instabilidades, são lentos e limitados.

 

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ERP CIGAM Gestão Holding

Holding Patrimonial e ERP CIGAM

O que é?

A Holding foi introduzida pela Lei das Sociedades Anônimas (Lei nº 6.404/1976), e desde sua data de publicação a Holding desempenha um importante papel na manutenção e controle de seus investimentos.

A Holding é uma empresa central, atuando como empresa-mãe/controladora de outras empresas quando tratamos de Holding de Participações. Portanto, é ela quem decide a gestão das demais empresas, detendo as participações majoritárias em outras empresas e controla sua gestão e políticas.

Vantagens

 Muitas são as vantagens da criação de uma Holding, tais como:

  • Segurança empresarial
  • Redução da carga tributária
  • Planejamento sucessório, prevenindo conflitos familiares e processo de inventário
  • Gestão patrimonial
  • Maior controle dos investimentos
  • Maior controle dos investimentos
  • Maior facilidade em financiamentos e créditos

 

Ressalta-se aqui também a importância de um bom profissional com experiência na gestão de participações, pois ele pode auxiliar melhores tomadas de decisões, reunindo informações importantes com mais precisão, apontar os riscos e benefícios dos investimentos, lidar com burocracias e leis, orientar, reduzir custos e impostos.

Como incorporar a sua empresa?

Claro, para incorporar as estratégias acima expostas, com eficiência é necessário contar com um software contábil que permita realizar um controle gerencial para as devidas tomadas de decisões. Desta forma, para que uma Holding desempenhe com excelência para administrar, gerir ou até mesmo evitar processo de inventário, é necessário dispor de informações gerenciais confiáveis para fins de monitoramento.

 

Assim, é devido citar que o sistema CIGAM, além de fornecer uma visão ampla da Holding (incluindo todas as suas empresas do grupo), também possibilita a demonstração das informações fiscais e contábeis das empresas do devido grupo tendo como base a necessidade de cada cliente.

 

Além, dos resultados contábeis e fiscais, a empresa poderá de fácil acesso analisar os resultados gerenciais junto ao CIGAM, baseada em balanço e índices econômicos. Esta possibilidade também se aplica à gestão orçamentária realizada no próprio sistema ERP, facilitando e proporcionando uma comodidade na gestão empresarial.

 

Por este motivo o Grupo Falavinha Next, juntou todas as necessidades do cliente, como um sistema ERP completo, e a Holding para a entrega de um serviço completo e diferenciado.

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Contabilidade contador Gestão

Assessoria contábil é essencial para um planejamento tributário efetivo

Atuação do contador traz credibilidade para as empresas e otimiza os custos do negócio.

Empreender no Brasil não é tarefa simples e, um ponto comum que gera muitas dúvidas é o contexto tributário. Para tanto, o investimento de tempo e recursos na gestão dos tributos é primordial para garantir a saúde financeira de uma empresa. 

Especialistas veem isso como um diferencial competitivo e até mesmo de sobrevivência para a grande maioria dos negócios. Segundo o contador Sergio Faraco, Vice-Presidente Administrativo do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), apesar de ser complexa e de difícil compreensão, a gestão tributária é essencial

Sem a gestão tributária, uma empresa pode vir a sucumbir, uma vez que no nosso atual cenário, extremamente competitivo, o fator tributário pode ser determinante no resultado operacional da empresa”, explica.

Para o contador, ter uma equipe ou um profissional da contabilidade atuando de forma estratégica é importante para que a empresa possa crescer e ter lucro. Dentre as atribuições de uma assessoria contábil, pode-se citar a busca pela melhor adequação fiscal do empreendimento e a realização constante de análises de mudanças tributárias.

Uma assessoria contábil faz toda a diferença para um bom planejamento tributário. O contador poderá auxiliar nas tomadas de decisão, visando sempre mitigar os riscos da atividade profissional e maximizar os seus resultados”, afirma Faraco. 

De acordo com o contador, atualmente há um volume muito grande de obrigações a serem seguidas pelas empresas. Nesse contexto, o planejamento deve sempre contemplar o pagamento de tributos, o cumprimento das obrigações fiscais e de todas as outras cobranças, diminuindo assim a chance de imprevistos e aumentando o alcance estratégico da inteligência tributária, posicionando a companhia dentro das previsões da legislação. 

Sabemos que ser empresário é um grande risco, pois há uma grande insegurança jurídica e inúmeras decisões controversas, mas o contador pode minimizar estes riscos, indicando ao empresário os caminhos e as consequências de determinada tomada de decisão”, avalia Faraco.

Quando se trata das obrigações fiscais, Faraco diz que uma análise profissional poderá indicar se a empresa está pagando algo a mais ou a menos. “Além de mostrar se as obrigações fiscais vêm sendo cumpridas, essa análise vai indicar o grau de assertividade das informações”, conclui o vice-presidente do CFC.

Fonte: CFC

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Economia Gestão

Você sabe o que é Fator R?

Entenda como empresas prestadoras de serviço se beneficiam do fator R na tributação mensal.

O Simples Nacional é um regime tributário que reúne os principais tributos e contribuições existentes no país, além do ICMS (de âmbito estadual) e do ISS (de âmbito municipal). O objetivo é simplificar a tributação de micro e pequenas empresas.

No Simples Nacional, as empresas se enquadram em anexos, para determinar o valor a ser pago mensalmente. No entanto, as prestadoras de serviços precisam calcular mensalmente o chamado fator R, para saber se se enquadram no Anexo III ou V e qual será a alíquota naquele período.

Fator R do Simples

O fator R é a divisão entre o valor da folha de pagamentos (pró-labore, FGTS, salários) dos últimos 12 meses e o faturamento obtido nesse mesmo período.

Fator R = folha de salários em 12 meses / receita bruta em 12 meses

Se o resultado for igual ou superior a 28%, a sua empresa pertence ao Anexo III. Caso contrário, sua empresa pertence ao Anexo V.

A partir daí, é necessário consultar a tabela do anexo em que você se enquadrou para determinar o valor da contribuição daquele mês. É preciso realizar muito bem esse cálculo, já que, dependendo do resultado, você pode economizar bastante em tributos.

Importância do Fator R

O Fator R é importante para que a empresa não pague nem a mais nem a menos nos seus tributos mensais, sendo que, no segundo caso, estará sujeita a multas pesadas. Por exemplo: com um faturamento de até R$ 180.000 com o cálculo correto do fator R, a alíquota pode variar de 15,5% em um mês para 6% em outro.

Beneficiam-se do Fator R atividades que tenham por finalidade a prestação de serviços de atividade intelectual, natureza técnica, científica, desportiva, artística ou cultural, como:

– Arquitetura e Urbanismo;
– Fisioterapia;
– Medicina;
– Odontologia;
– Psicologia;
– Administração e locação de imóveis;
– Academias de ginástica;
– Programação de softwares;
– Licenciamento de softwares;
– Laboratório de análises clínicas

fonte: www.contabeis.com.br